"Tom Hansen of Margate, New Jersey, grew up believing that he'd never truly be happy until the day he met the one."
A última frase pode perfeitamente descrever cada um de nós, nem que seja nos dias em que a falta de controle sobre tudo o que ocorre à nossa volta se evidencia. Uma coisa sobre seres humanos é que não fazemos a mínima ideia de como dar valor à única oportunidade que nos foi dada de vida. Incapazes de uma contínua satisfação com os pormenores de todos os dias, encontramo-nos constantemente à procura de novos elementos que reavivam um sentimento de alegria. E quando encontrando, passado algum tempo, mesmo este se torna mundano. Confiamos assim a buscar pela felicidade num único factor que não temos. Factor este que preenche grande parte dos nossos pensamentos.
O único problema desta solução, que por escrito se torna bastante simples, é como é que tal pressuposto se torna concretizável, quando as possibilidades de intersecção entre o conjunto pelo qual sentimos um incontrolável desejo de atracção e o conjunto de quem sente o mesmo por nós são tão mínimas?
Além do mais a tentativa de aproximação com alguém é perfeitamente masoquista, cheio de receios, medos, e análises vezes sem conta de como proceder, ou de como deveríamos ter procedido. Varias hora de auto-análise, de esperanças infundáveis e outras de desistências.
Bem... talvez um dia tudo valha a pena.
O único problema desta solução, que por escrito se torna bastante simples, é como é que tal pressuposto se torna concretizável, quando as possibilidades de intersecção entre o conjunto pelo qual sentimos um incontrolável desejo de atracção e o conjunto de quem sente o mesmo por nós são tão mínimas?
Além do mais a tentativa de aproximação com alguém é perfeitamente masoquista, cheio de receios, medos, e análises vezes sem conta de como proceder, ou de como deveríamos ter procedido. Varias hora de auto-análise, de esperanças infundáveis e outras de desistências.
Bem... talvez um dia tudo valha a pena.
