"Tom Hansen of Margate, New Jersey, grew up believing that he'd never truly be happy until the day he met the one."
A última frase pode perfeitamente descrever cada um de nós, nem que seja nos dias em que a falta de controle sobre tudo o que ocorre à nossa volta se evidencia. Uma coisa sobre seres humanos é que não fazemos a mínima ideia de como dar valor à única oportunidade que nos foi dada de vida. Incapazes de uma contínua satisfação com os pormenores de todos os dias, encontramo-nos constantemente à procura de novos elementos que reavivam um sentimento de alegria. E quando encontrando, passado algum tempo, mesmo este se torna mundano. Confiamos assim a buscar pela felicidade num único factor que não temos. Factor este que preenche grande parte dos nossos pensamentos.
O único problema desta solução, que por escrito se torna bastante simples, é como é que tal pressuposto se torna concretizável, quando as possibilidades de intersecção entre o conjunto pelo qual sentimos um incontrolável desejo de atracção e o conjunto de quem sente o mesmo por nós são tão mínimas?
Além do mais a tentativa de aproximação com alguém é perfeitamente masoquista, cheio de receios, medos, e análises vezes sem conta de como proceder, ou de como deveríamos ter procedido. Varias hora de auto-análise, de esperanças infundáveis e outras de desistências.
Bem... talvez um dia tudo valha a pena.
O único problema desta solução, que por escrito se torna bastante simples, é como é que tal pressuposto se torna concretizável, quando as possibilidades de intersecção entre o conjunto pelo qual sentimos um incontrolável desejo de atracção e o conjunto de quem sente o mesmo por nós são tão mínimas?
Além do mais a tentativa de aproximação com alguém é perfeitamente masoquista, cheio de receios, medos, e análises vezes sem conta de como proceder, ou de como deveríamos ter procedido. Varias hora de auto-análise, de esperanças infundáveis e outras de desistências.
Bem... talvez um dia tudo valha a pena.

"tudo vale a pena se alma não é pequena"
ResponderEliminare tem mesmo de valer!
Por muito que nos esforcemos por não acreditar em coincidencias, acasos, harmonias do destino, cada dia que vivemos se conjuga por forma a deitar todas as nossas certezas e inubitáveis verdades cientificas (ou não) por terra. É assim e não sabemos explicar porque o é, apenas é!
Tão certas como o vento soprar e nós o sentirmos são as incertezas e os questionamentos do homem sobre tudo o que o rodeia.
Mas afinal não é esta capacidade de nos interrogarmos não só uns aos outros, mas tambem a nos proprios, que nos distingue dos outros seres?
Somos o que somos, vivemos o que vivemos, por muitas razões e sem nenhuma razao. Somos "tentativa e erro"!
(comentário para ficar 2 intervenções)
ResponderEliminarDevo dizer que as minhas indubitáveis verdades cientificas não são deitadas por terra a nao ser por outra indubitável verdade cientifica :)
Mas concordo. Como dizia o Sr. Samuel Johnson: "Things don't go wrong and break you heart so you can become bitter and give up. They happen to break you down and build you up so you can be all that you were intended to be"
Claro que é muito bonito ler a frase e dizer que se concorda, mas ninguém quer ter de passar pelo necessário para chegar a um fim, só se quer é chegar ao fim.
Pode-se sempre ver as coisas pelo lado relativo:
"When you sit with a nice girl for two hours, it seems like two minutes; when you seat on a hot stove for two minutes, it seems like two hours. That's relativity" - Albert Einstein
(claro tinha de mandar a piada nerd)
Esse filme e' dos meus preferidos ! E esta' tudo dito ^^
ResponderEliminarOlha e como sou muito desbocada , lê este livro ( caso n o tenhas ainda lido xD ) : « Na noite do teu aniversa'rio »
ResponderEliminarCalhou agora olhar para ele pq esta' em cima do baloiço da lua ( sou tão arrumada -.-' ) e coise . Acho q vais gostar '$
até direito a sugestões literárias temos!..
ResponderEliminar*.*